Bio

ARIEL NINAS: hurdy-gurdy, electronics, pocket instruments, soundscapes

Ariel Ninas lives musically between the most evolved tradition and the ephemeral contemporaneity. This nomadic sound entrepreneur has moved through various audible realities following his nomadic life in different Galician villages, Madrid, London and Oxford, where formed the punk-rock-skiffle-acoustic band Inflatable Buddha touring for two years in the UK. His headquarter is now at Santiago de Compostela.

Self-taught on music, returned to his native Galicia in 2006 and took formal studies at aCentral Folque, Galician Center for Traditional Music, project for new ways on traditional and popular music where he still colaborates.

Active member of the Galician Free Improvisation scene, plays with OMEGA (Galician Orchestra of Spontaneous Music) -taking part in festivals such as the Traumzeit (Duisburg) with Michael Fisher or ImaxinaSons’09 with Fred Frith. Playing solo or with the composer and digital improviser Ángel Faraldo (B’knob duet) or in trio with the multimedia project Ulobit (Xoan Xil e Horacio Gómez).

Also plays folk music with Bitoque, duet Senhora Asem (MBB: músicas de bordão e baile) and César Prata who released with “Cantos de cego da Galiza e Portugal” (aCentral Folque, 2016)

Teaches hurdy-gurdy at AC Brisas do Quenllo in Pontraga (Tordoia, Galiza) and Historic Conservatorium in Santiago de Compostela.

Ariel Ninas has composed music for theatre “En construción”- and contemporary dance playing live for -”Habelas” of Traspédiante Dance Company- winning Injuve 2010 awards for performing arts.

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pic by Iván García

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ARIEL NINAS: sanfona, electrónica, instrumentos de bolso, paisagens sonoras

Ariel Ninas move-se entre a tradição mais evoluída, irrespectuosa e a contemporaneidade mais efémera. Este pseudomúsico nómade sempre caminhou entre realidades sonoras dispares e complementares como a sua trajectória vital entre várias (mini)cidades galegas, Madrid, Londres e Oxford, lugar este onde formou a sua primeira banda de punk-rock-skiffle-cabaret acústico Inflatable Buddha-sanfona, tabla, baixo e poesia- com os que girou por Inglaterra durante dois anos e editou dois discos.

De formação autodidáctica é quando volve a Galiza que retoma o estudo formal da música tradicional em aCentral Folque, Centro Galego de Música Popular da mão de Óscar Fernández, um dos grandes renovadores da sanfona na Galiza do século XXI.

Actualmente toca em vários projectos de música experiemental e improviso livre fruto da sua participação com a OMEGa, Orquestra de Música Espontânea da Galiza -ImaxinaSons’09 com Fred Frith, Traumzeit Festival (Duisburg) com Michael Fisher. Com o Comando Delta deconstruíndo a Golpes Bajos com Germán Coppini-; com a dupla vocal Annamoviek; a dupla com Ángel Faraldo na dupla B’knob ou a trio na electrónica e multimédia de Ulobit com Xoan Xil e Horacio G. Aliás cultuva as músicas de tradição oral nos projectos Bitoque, a dupla Senhora Asem (MBB: músicas de bordão e baile) ou com César Prata com quem edita no 2016 o disco “Cantos de cego da Galiza e Portugal“.

Imparte aulas de sanfona na AC Brisas do Quenllo da Pontraga (Tordoia) e no Conservatório Histórico de Santiago.

Faz música para teatro -“En construcción” e dança contemporânea com interpretação ao vivo-“Habelas” da Cía. Traspédiante (Prémio Injuve 2010)

De um tempo a esta parte ademais de tocar ribeiranas e mazurkas e seguir explorando os limites da sanfona electroacústica, dedica-se a compor paisagens sonoras fruto das gravações nas suas últimas viagens (Estónia, Nepal e Tibet, Portugal, Irlanda, Brasil).